{"id":7794,"date":"2025-09-17T13:50:46","date_gmt":"2025-09-17T16:50:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.legislapp.com.br\/index.php\/cam-legislativa-de-sc-pl-0258-2025\/"},"modified":"2025-09-17T13:50:46","modified_gmt":"2025-09-17T16:50:46","slug":"cam-legislativa-de-sc-pl-0258-2025","status":"publish","type":"page","link":"https:\/\/www.legislapp.com.br\/index.php\/cam-legislativa-de-sc-pl-0258-2025\/","title":{"rendered":"PL.\/0258\/2025 &#8211; Junior Cardoso"},"content":{"rendered":"<h1 style='text-align: center;'>C\u00e2m. Legislativa de SC &#8211; Autoria de Junior Cardoso<\/h3>\n<p><\/p>\n<article style='text-align: center'>Disp\u00f5e sobre a concess\u00e3o de incentivo fiscal com o objetivo de estimular a realiza\u00e7\u00e3o de Projetos Tur\u00edsticos, instituindo o Programa de Incentivo ao Turismo (PIT), no \u00e2mbito do Estado de Santa Catarina.<\/article>\n<p><\/p>\n<p style='text-align: center'><a href='https:\/\/app.legislapp.com.br\/#\/busca?termo='><\/a><\/p>\n<p><\/p>\n<article>ASSEMBLEIA LEGISLATIVA GABINETE DEPUTADO<br \/>\nESTADO DE SANTA CATARINA JUNIOR CARDOSO<\/p>\n<p>PROJETO DE LEI<\/p>\n<p>Disp\u00f5e sobre a concess\u00e3o de incentivo fiscal com o objetivo<br \/>\nde estimular a realiza\u00e7\u00e3o de Projetos Tur\u00edsticos, instituindo o<br \/>\nPrograma de Incentivo ao Turismo (PIT), no \u00e2mbito do<br \/>\nEstado de Santa Catarina.<\/p>\n<p>Art. 1\u00ba Esta Lei estabelece normas de incentivo fiscal \u00e0s<br \/>\npessoas jur\u00eddicas que apoiarem financeiramente a realiza\u00e7\u00e3o de Projetos Tur\u00edsticos no<br \/>\nEstado, instituindo o Programa de Incentivo ao Turismo (PIT), com os seguintes<br \/>\nobjetivos:<\/p>\n<p>I \u2013 contribuir para facilitar a todos os meios de livre acesso ao<br \/>\nTurismo;<\/p>\n<p>II \u2013 promover e estimular a regionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o<br \/>\ntur\u00edstica catarinense, com a valoriza\u00e7\u00e3o de recursos humanos e conte\u00fados locais;<\/p>\n<p>III \u2013 apoiar, valorizar e difundir o conjunto das a\u00e7\u00f5es de<br \/>\npromo\u00e7\u00e3o ao turismo e seus respectivos criadores;<\/p>\n<p>IV \u2013 promover o desenvolvimento dos munic\u00edpios<br \/>\ncatarinenses, dando visibilidade \u00e0s suas belezas naturais, hist\u00f3ricas, sociais e culturais,<br \/>\nde forma a fomentar o desenvolvimento da economia local, com a atra\u00e7\u00e3o de turistas;<\/p>\n<p>V \u2013 preservar, restaurar e construir bens materiais e<br \/>\nimateriais relativos a promo\u00e7\u00e3o do turismo local;<\/p>\n<p>VI \u2013 estimular a forma\u00e7\u00e3o e o aperfei\u00e7oamento de<br \/>\nprofissionais da \u00e1rea de turismo;<\/p>\n<p>VII \u2013 favorecer a experimenta\u00e7\u00e3o e a pesquisa no \u00e2mbito do<br \/>\nTurismo;<\/p>\n<p>VIII \u2013 contribuir para a sustentabilidade de institui\u00e7\u00f5es que<br \/>\nprestam indiscut\u00edvel contribui\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento do Turismo do Estado.<\/p>\n<p>Art. 2\u00ba Para os fins desta Lei, considera-se turismo o<br \/>\nfen\u00f4meno social, cultural e econ\u00f4mico que envolve as atividades realizadas por<br \/>\npessoas f\u00edsicas durante viagens e estadas em lugares diferentes do seu entorno<br \/>\nhabitual, por um per\u00edodo inferior a 1 (um) ano, com finalidade de lazer, neg\u00f3cios,<br \/>\ncomparecimento a eventos, entre outros.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. As viagens e estadas de que trata o caput<br \/>\ndeste artigo devem gerar movimenta\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica, trabalho, emprego, renda e<br \/>\nreceitas p\u00fablicas, constituindo-se instrumento de desenvolvimento econ\u00f4mico e social,<br \/>\npromo\u00e7\u00e3o e diversidade cultural e preserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<\/p>\n<p>Art. 3\u00ba O contribuinte do Imposto sobre Opera\u00e7\u00f5es Relativas<br \/>\n\u00e0 Circula\u00e7\u00e3o de Mercadorias e sobre Presta\u00e7\u00f5es de Servi\u00e7os de Transporte<br \/>\nInterestadual e Intermunicipal e de Comunica\u00e7\u00e3o (ICMS) que apoiar financeiramenteprojetos tur\u00edsticos poder\u00e1 deduzir do valor do imposto devido, mensalmente, os<br \/>\nrecursos aplicados nos projetos, na forma e nos limites estabelecidos por esta Lei.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba A dedu\u00e7\u00e3o ser\u00e1 efetivada a cada m\u00eas, n\u00e3o podendo<br \/>\nexceder os seguintes limites:<\/p>\n<p>I \u2013 20% (vinte por cento) do valor do ICMS devido no<br \/>\nper\u00edodo, at\u00e9 atingir o valor total dos recursos dedut\u00edveis, para empresa cuja receita<br \/>\nbruta anual se situe entre o limite m\u00e1ximo de faturamento da empresa de pequeno<br \/>\nporte, definido na Lei Complementar federal n\u00ba 123, de 14 de dezembro de 2006, e o<br \/>\nmontante de quatro vezes esse limite;<\/p>\n<p>II \u2013 15% (quinze por cento) do valor do ICMS devido no<br \/>\nper\u00edodo, at\u00e9 atingir o valor total dos recursos dedut\u00edveis, para empresa cuja receita<br \/>\nbruta anual se situe entre o montante m\u00e1ximo permitido para as empresas classificadas<br \/>\nno inciso I, deste artigo, e o valor de oito vezes o limite m\u00e1ximo de faturamento da<br \/>\nempresa de pequeno porte, definido na Lei Complementar federal n\u00ba 123, de 2006; e<\/p>\n<p>III \u2013 10% (dez por cento) do valor do ICMS devido no<br \/>\nper\u00edodo, at\u00e9 atingir o valor total dos recursos dedut\u00edveis, para empresa cuja receita<br \/>\nbruta anual seja superior ao montante m\u00e1ximo permitido para as empresas<br \/>\nclassificadas no inciso II, deste artigo.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba O proponente poder\u00e1 movimentar os recursos captados,<br \/>\ndesde que atingido o percentual de 20% (vinte por cento) do valor total do projeto.<\/p>\n<p>Art. 4\u00ba A soma dos recursos do ICMS disponibilizados pelo<br \/>\nEstado para efeito do art. 3\u00ba desta Lei, n\u00e3o poder\u00e1 exceder, relativamente ao montante<br \/>\nda receita l\u00edquida anual do imposto, o percentual de 0,5% (zero v\u00edrgula cinco por cento).<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Atingido o limite previsto no caput deste<br \/>\nartigo, o projeto tur\u00edstico aprovado dever\u00e1 aguardar o exerc\u00edcio fiscal seguinte para<br \/>\nrealizar a capta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Art. 5\u00ba O contribuinte com cr\u00e9dito tribut\u00e1rio inscrito em d\u00edvida<br \/>\nativa h\u00e1 mais de doze meses, contados da data do requerimento do incentivador,<br \/>\npoder\u00e1 quit\u00e1-lo com desconto de 25% (vinte e cinco por cento), desde que apoie<br \/>\nfinanceiramente o projeto tur\u00edstico, nos termos deste artigo.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Para obter o benef\u00edcio previsto no caput deste artigo, o<br \/>\ncontribuinte incentivador apresentar\u00e1 requerimento \u00e0 Secretaria de Estado de Fazenda<br \/>\n(SEF) e, no prazo de 5 (cinco) dias do seu deferimento, dever\u00e1 efetuar o recolhimento<br \/>\ndo valor obtido ap\u00f3s o desconto, nas seguintes condi\u00e7\u00f5es:<\/p>\n<p>I \u2013 75% (setenta e cinco por cento) ser\u00e3o recolhidos por meio<br \/>\nde Documento de Arrecada\u00e7\u00e3o de Receitas Estadual (DARE) observada a legisla\u00e7\u00e3o<br \/>\nsobre o pagamento de tributos estaduais;<\/p>\n<p>II \u2013 25% (vinte e cinco por cento) ser\u00e3o repassados<br \/>\ndiretamente pelo contribuinte incentivador ao proponente, por meio de cr\u00e9dito em conta<br \/>\nbanc\u00e1ria exclusiva do projeto de que este seja titular.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba Os recolhimentos de que trata o \u00a71\u00ba deste artigo<br \/>\npoder\u00e3o, a crit\u00e9rio da SEF, ser efetuados parceladamente na forma e no prazo<br \/>\nprevistos em regulamento.<\/p>\n<p>\u00a7 3\u00ba A apresenta\u00e7\u00e3o do requerimento a que se refere o \u00a71\u00ba<br \/>\ndeste artigo importa na confiss\u00e3o do d\u00e9bito tribut\u00e1rio.<br \/>\n \u00a7 4\u00ba O disposto neste artigo n\u00e3o se aplica ao cr\u00e9dito inscrito<br \/>\nem d\u00edvida ativa decorrente de ato praticado com evid\u00eancia de dolo, fraude ou simula\u00e7\u00e3o<br \/>\npelo sujeito passivo.<\/p>\n<p>Art. 6\u00ba Havendo expressa anu\u00eancia do contribuinte, a<br \/>\nquita\u00e7\u00e3o de d\u00e9bito tribut\u00e1rio e a destina\u00e7\u00e3o de recursos para projeto tur\u00edstico nos<br \/>\ntermos do art. 5\u00ba desta Lei poder\u00e3o ser efetivadas por incentivador interessado,<br \/>\nobservada a forma estabelecida em regulamento.<\/p>\n<p>Art. 7\u00ba Poder\u00e3o ser beneficiados por esta Lei projetos<br \/>\ntur\u00edsticos nas seguintes \u00e1reas:<\/p>\n<p>I \u2013 promo\u00e7\u00e3o de eventos que objetivem a valoriza\u00e7\u00e3o das<br \/>\nriquezas materiais ou imateriais local;<\/p>\n<p>II \u2013 audiovisual, incluindo cinema, v\u00eddeo, novas m\u00eddias e<br \/>\ncong\u00eaneres;<\/p>\n<p>III \u2013 literatura: obras informativas voltadas para o fomento do<br \/>\nturismo;<\/p>\n<p>IV \u2013 preserva\u00e7\u00e3o e restaura\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio material,<br \/>\ninclusive o arquitet\u00f4nico, o paisag\u00edstico e o arqueol\u00f3gico, e do patrim\u00f4nio imaterial,<br \/>\ninclusive da \u00e1rea tur\u00edstica ou de atendimento ao turista;<\/p>\n<p>V \u2013 pesquisa e documenta\u00e7\u00e3o;<\/p>\n<p>VI \u2013 centros de informa\u00e7\u00e3o ao turista, portais de entrada e<br \/>\nsa\u00edda, p\u00eders, pra\u00e7as, sinaliza\u00e7\u00f5es tur\u00edsticas, praias, rodovi\u00e1rias, aeroportos, portos e<br \/>\noutros pontos de atendimento aos turistas;<\/p>\n<p>VII \u2013 \u00e1reas tur\u00edsticas integradas;<\/p>\n<p>VIII \u2013 turismo de base comunit\u00e1ria e experi\u00eancias tur\u00edsticas<br \/>\naut\u00eanticas;<\/p>\n<p>IX \u2013 tecnologia aplicada ao turismo e inova\u00e7\u00e3o em servi\u00e7os<br \/>\ntur\u00edsticos;<\/p>\n<p>X \u2013 capacita\u00e7\u00e3o e qualifica\u00e7\u00e3o profissional espec\u00edfica para o<br \/>\nsetor tur\u00edstico;<\/p>\n<p>XI \u2013 marketing digital e promo\u00e7\u00e3o online de destinos<br \/>\ntur\u00edsticos catarinenses.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Os projetos tur\u00edsticos referentes \u00e0s \u00e1reas de<br \/>\nque tratam os incisos deste artigo poder\u00e3o tamb\u00e9m abranger eventos, festivais,<br \/>\npublica\u00e7\u00f5es t\u00e9cnicas, semin\u00e1rios, cursos e bolsas de estudos.<\/p>\n<p>Art. 8\u00ba Somente poder\u00e3o ser beneficiados pelo incentivo<br \/>\nfiscal concedido por esta Lei os projetos tur\u00edsticos que visam \u00e0 exibi\u00e7\u00e3o, \u00e0 utiliza\u00e7\u00e3o ou<br \/>\n\u00e0 circula\u00e7\u00e3o p\u00fablica de bens da \u00e1rea tur\u00edstica, sendo vedada a concess\u00e3o de incentivo<br \/>\na projeto destinado ou restrito a circuitos privados ou cole\u00e7\u00f5es particulares.<\/p>\n<p>Art. 9\u00ba Para receber apoio financeiro com recursos<br \/>\nprovenientes da aplica\u00e7\u00e3o desta Lei, o projeto tur\u00edstico dever\u00e1 ser previamente<br \/>\naprovado pela Secretaria de Estado de Turismo.<br \/>\n\u00a7 1\u00ba Apresentado \u00e0 Secretaria de Estado de Turismo, o<br \/>\nprojeto ser\u00e1 apreciado por uma comiss\u00e3o t\u00e9cnica, para avalia\u00e7\u00e3o da adequa\u00e7\u00e3o do<br \/>\nor\u00e7amento com o mercado nacional do setor, viabilidade e capacidade de<br \/>\nexequibilidade do projeto por parte do proponente, documentos exigidos e regularidade<br \/>\nda entidade, como tamb\u00e9m avaliado pelo Conselho Estadual de Turismo no tocante ao<br \/>\nm\u00e9rito e relev\u00e2ncia tur\u00edstica do proponente envolvido no projeto, no prazo e na forma<br \/>\nestabelecidos em regulamento, tendo como refer\u00eancia crit\u00e9rios consoantes com os<br \/>\nobjetivos a que se refere o art. 1\u00ba desta Lei.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba A comiss\u00e3o t\u00e9cnica, constitu\u00edda nos termos de<br \/>\nregulamento, ser\u00e1 composta por t\u00e9cnicos da Administra\u00e7\u00e3o Estadual e por<br \/>\nrepresentantes do Conselho Estadual de Turismo, garantida, sempre que poss\u00edvel, a<br \/>\nparticipa\u00e7\u00e3o de representantes domiciliados no interior do Estado e ser\u00e1 composta por<br \/>\nt\u00e9cnicos da Administra\u00e7\u00e3o Estadual, pertencentes a Secretaria de Estado do Turismo,<br \/>\nbem como por poss\u00edvel contrata\u00e7\u00e3o de comiss\u00e3o independente de peritos das<br \/>\ndiferentes \u00e1reas estabelecidas no art. 7\u00ba desta Lei.<\/p>\n<p>\u00a7 3\u00ba A comiss\u00e3o t\u00e9cnica ser\u00e1 organizada em c\u00e2maras<br \/>\nsetoriais, a partir das \u00e1reas estabelecidas no art. 7\u00ba desta Lei.<\/p>\n<p>\u00a7 4\u00ba Entidades tur\u00edsticas tradicionais, com amplo<br \/>\nreconhecimento social por suas atividades, que tenham atividades regulares<br \/>\ncomprovadas, ininterruptas e relevantes servi\u00e7os de apoio ao turismo prestados em<br \/>\nSanta Catarina, n\u00e3o dever\u00e3o ser avaliados pelo Conselho Estadual de Turismo. Suas<br \/>\npropostas anuais de atividades ou manuten\u00e7\u00e3o ser\u00e3o avaliadas diretamente pela<br \/>\ncomiss\u00e3o t\u00e9cnica da Secretaria de Estado de Turismo e representantes da<br \/>\nAdministra\u00e7\u00e3o Estadual.<\/p>\n<p>\u00a7 5\u00ba O limite m\u00e1ximo de recursos a ser autorizado para<br \/>\ncapta\u00e7\u00e3o junto a empresas, a cada proponente ser\u00e1 de R$ 1.200.00,00 (um milh\u00e3o e<br \/>\nduzentos mil reais) para Pessoa Jur\u00eddica para produtos e a\u00e7\u00f5es imateriais, de at\u00e9 R$<br \/>\n10.000.000,00 (10 milh\u00f5es de reais) para projetos de constru\u00e7\u00e3o, reforma ou<br \/>\nrestaura\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nios materiais e de R$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil reais)<br \/>\npara Pessoa F\u00edsica, ou na sua falta o \u00edndice que o substituir.<\/p>\n<p>Art. 10. N\u00e3o ser\u00e1 considerado um mesmo proponente a<br \/>\npessoa f\u00edsica que tamb\u00e9m se constitua como tipos empresariais EI e EIRELI ou como<br \/>\ns\u00f3cio dirigente das demais pessoas jur\u00eddicas, ou ainda, as pessoas jur\u00eddicas que<br \/>\npossuam s\u00f3cios dirigentes em comum ou que participem do mesmo grupo empresarial.<\/p>\n<p>Art. 11. O prazo de execu\u00e7\u00e3o do projeto ser\u00e1 registrado na<br \/>\nSecretaria de Estado de Turismo, estando limitado h\u00e1 12 (doze) meses, prorrog\u00e1vel por<br \/>\nigual per\u00edodo.<\/p>\n<p>Art. 12. O prazo para captar recursos iniciar\u00e1 na data de<br \/>\npublica\u00e7\u00e3o da Portaria de Autoriza\u00e7\u00e3o para Capta\u00e7\u00e3o de Recursos Incentivados, e \u00e9 de<br \/>\n12 (doze) meses, podendo ser prorrogado por igual per\u00edodo, desde que tenha sido<br \/>\ncaptado o m\u00ednimo de 20% (vinte por cento) do valor total do projeto.<\/p>\n<p>Art. 13. A veda\u00e7\u00e3o de que trata os arts. 10 e 11 desta Lei n\u00e3o<br \/>\nse aplica a:<\/p>\n<p>I \u2013 ocorr\u00eancia de caso fortuito ou de for\u00e7a maior,<br \/>\ndevidamente comprovado;<br \/>\n II \u2013 projetos de recupera\u00e7\u00e3o de patrim\u00f4nio hist\u00f3rico ou<br \/>\nconstru\u00e7\u00e3o de im\u00f3veis, conforme a caracter\u00edstica do projeto e a complexidade da obra,<br \/>\ndesde que n\u00e3o exceda 36 (trinta e seis) meses.<\/p>\n<p>Art. 14. A remunera\u00e7\u00e3o destinada a rubricas referentes a<br \/>\nadministra\u00e7\u00e3o do projeto proposto n\u00e3o deve ultrapassar a 30% (trinta por cento) do<br \/>\nvalor global da proposta. A remunera\u00e7\u00e3o de profissionais para servi\u00e7os de capta\u00e7\u00e3o de<br \/>\nrecursos e agenciamento n\u00e3o deve ultrapassar o teto de 10% (dez por cento) do valor<br \/>\nglobal do projeto.<\/p>\n<p>Art. 15. \u00c9 vedada a concess\u00e3o do incentivo previsto nesta Lei<br \/>\na \u00f3rg\u00e3o ou entidade da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica de qualquer esfera federativa.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. A veda\u00e7\u00e3o de que trata o caput deste artigo<br \/>\nn\u00e3o se aplica a:<\/p>\n<p>I \u2013 entidade da Administra\u00e7\u00e3o P\u00fablica Indireta Estadual que<br \/>\ndesenvolva atividade relacionada com a \u00e1rea tur\u00edstica;<\/p>\n<p>II \u2013 pessoa jur\u00eddica de direito privado sem fins lucrativos<br \/>\ncriada com a finalidade de dar suporte a \u00e1rea tur\u00edstica pertencente ao Poder P\u00fablico.<\/p>\n<p>Art. 16. O total de recursos destinados aos empreendedores<br \/>\na que se referem os incisos do par\u00e1grafo \u00fanico do art. 15 desta Lei n\u00e3o poder\u00e1<br \/>\nultrapassar 15% (quinze por cento) da parcela da receita do ICMS disponibilizada<br \/>\nanualmente pelo Estado para o Mecenato Estadual.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. Do total de recursos de que trata o caput<br \/>\ndeste artigo, pelo menos 60% (sessenta por cento) dever\u00e3o ser destinados a projetos<br \/>\nque beneficiem diretamente o p\u00fablico do interior do Estado.<\/p>\n<p>Art. 17. \u00c9 vedada a utiliza\u00e7\u00e3o do incentivo fiscal previsto<br \/>\nnesta Lei para projeto de que seja benefici\u00e1rio o pr\u00f3prio incentivador ou o s\u00f3cio de<br \/>\nqualquer destes.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. A veda\u00e7\u00e3o a que se refere o caput deste<br \/>\nartigo estende-se aos ascendentes, aos descendentes em primeiro grau e ao c\u00f4njuge<br \/>\nou companheiro do incentivador, do contribuinte ou do s\u00f3cio de qualquer destes.<\/p>\n<p>Art. 18. Na divulga\u00e7\u00e3o de projeto financiado nos termos desta<br \/>\nLei, dever\u00e1 constar, obrigatoriamente, o apoio institucional do Governo do Estado, de<br \/>\nacordo com o padr\u00e3o de identidade a ser definido pela Secretaria de Estado de<br \/>\nTurismo.<\/p>\n<p>Art. 19. Proponente que utilizar indevidamente os benef\u00edcios<br \/>\ndesta Lei, mediante fraude, dolo, desvio do objetivo e\/ou recursos, fica sujeito, al\u00e9m<br \/>\ndas san\u00e7\u00f5es penais cab\u00edveis, a:<\/p>\n<p>I \u2013 multa correspondente a duas vezes o valor que deveria<br \/>\nter sido efetivamente aplicado no projeto, sem preju\u00edzo de outras san\u00e7\u00f5es civis, penais<br \/>\nou tribut\u00e1rias;<\/p>\n<p>II \u2013 pagamento do d\u00e9bito tribut\u00e1rio de que trata o caput do<br \/>\nart. 5\u00ba desta Lei, acrescido dos encargos previstos em Lei.<\/p>\n<p>Art. 20. As entidades representativas dos diversos<br \/>\nsegmentos do turismo ter\u00e3o acesso, em todos os n\u00edveis, \u00e0 documenta\u00e7\u00e3o referente aos<br \/>\nprojetos beneficiados por esta Lei.<\/p>\n<p>Art. 21. \u00c9 vedada a aprova\u00e7\u00e3o de projeto que utiliza recursos<br \/>\nconcedidos por meio desta Lei que n\u00e3o seja estritamente de car\u00e1ter apoio ou fomento<br \/>\nao turismo no estado ou nos munic\u00edpios de Santa Catarina.<\/p>\n<p>Art. 22. A Secretaria de Estado de Turismo manter\u00e1 portal<br \/>\neletr\u00f4nico espec\u00edfico para divulga\u00e7\u00e3o de todos os projetos aprovados, valores<br \/>\ncaptados, incentivadores, cronograma de execu\u00e7\u00e3o e resultados alcan\u00e7ados.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Os relat\u00f3rios de presta\u00e7\u00e3o de contas dos projetos<br \/>\nexecutados ser\u00e3o disponibilizados no portal, garantindo o acesso p\u00fablico \u00e0s<br \/>\ninforma\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba Anualmente, ser\u00e1 publicado relat\u00f3rio consolidado sobre<br \/>\no impacto econ\u00f4mico e social do Programa de Incentivo ao Turismo no Estado.<\/p>\n<p>Art. 23. Na avalia\u00e7\u00e3o dos projetos, ser\u00e3o priorizados aqueles<br \/>\nlocalizados em munic\u00edpios com menor \u00cdndice de Desenvolvimento Tur\u00edstico (IDT),<br \/>\nconforme classifica\u00e7\u00e3o a ser estabelecida pela Secretaria de Estado de Turismo.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba A Secretaria de Estado de Turismo publicar\u00e1 anualmente<br \/>\no \u00cdndice de Desenvolvimento Tur\u00edstico dos munic\u00edpios catarinenses.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba Os projetos localizados em munic\u00edpios com IDT baixo ou<br \/>\nm\u00e9dio-baixo receber\u00e3o pontua\u00e7\u00e3o adicional na avalia\u00e7\u00e3o t\u00e9cnica.<\/p>\n<p>Art. 24. Os projetos submetidos dever\u00e3o apresentar an\u00e1lise<br \/>\nde impacto ambiental e social, demonstrando sua contribui\u00e7\u00e3o para o desenvolvimento<br \/>\nsustent\u00e1vel do turismo.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Ser\u00e3o priorizados projetos que adotem pr\u00e1ticas de<br \/>\neconomia circular, efici\u00eancia energ\u00e9tica, redu\u00e7\u00e3o de res\u00edduos e inclus\u00e3o social.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba A comiss\u00e3o t\u00e9cnica incluir\u00e1 em sua avalia\u00e7\u00e3o crit\u00e9rios<br \/>\nobjetivos de sustentabilidade, conforme regulamenta\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Art. 25. Os projetos beneficiados pelo PIT dever\u00e3o<br \/>\napresentar indicadores mensur\u00e1veis de resultado, incluindo:<\/p>\n<p>I \u2013 n\u00famero de empregos diretos e indiretos gerados;<\/p>\n<p>II \u2013 aumento no fluxo tur\u00edstico;<\/p>\n<p>III \u2013 incremento na perman\u00eancia m\u00e9dia do turista;<\/p>\n<p>IV \u2013 aumento no gasto m\u00e9dio do turista;<\/p>\n<p>V \u2013 outros indicadores espec\u00edficos conforme a natureza do<br \/>\nprojeto.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba A Secretaria de Estado de Turismo realizar\u00e1 avalia\u00e7\u00e3o<br \/>\nanual do impacto econ\u00f4mico e social do programa, com metodologia espec\u00edfica.<br \/>\n\u00a7 2\u00ba Os resultados das avalia\u00e7\u00f5es ser\u00e3o utilizados para<br \/>\naprimoramento cont\u00ednuo do programa.<\/p>\n<p>Art. 26. A Secretaria de Estado de Turismo poder\u00e1<br \/>\nestabelecer Contratos de Competitividade com setores espec\u00edficos do turismo<br \/>\ncatarinense, definindo metas de desenvolvimento, contrapartidas e benef\u00edcios fiscais<br \/>\nespec\u00edficos.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba Os Contratos de Competitividade ser\u00e3o elaborados<br \/>\nmediante ampla discuss\u00e3o com representantes dos setores, de forma transparente e<br \/>\nparticipativa.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba Os contratos estabelecer\u00e3o metas objetivas de<br \/>\ndesenvolvimento setorial, cujo cumprimento ser\u00e1 condi\u00e7\u00e3o para manuten\u00e7\u00e3o dos<br \/>\nbenef\u00edcios.<\/p>\n<p>Art. 27. A governan\u00e7a do PIT ser\u00e1 exercida por:<\/p>\n<p>I \u2013 Comit\u00ea Gestor, composto por representantes do governo<br \/>\nestadual, setor privado, academia e sociedade civil;<\/p>\n<p>II \u2013 Comiss\u00e3o T\u00e9cnica de Avalia\u00e7\u00e3o, conforme previsto no<br \/>\nArt. 9\u00ba;<\/p>\n<p>III \u2013 Conselho Estadual de Turismo, para avalia\u00e7\u00e3o de m\u00e9rito.<\/p>\n<p>\u00a7 1\u00ba O Comit\u00ea Gestor ser\u00e1 respons\u00e1vel pela defini\u00e7\u00e3o de<br \/>\ndiretrizes estrat\u00e9gicas, acompanhamento da execu\u00e7\u00e3o e avalia\u00e7\u00e3o de resultados do<br \/>\nprograma.<\/p>\n<p>\u00a7 2\u00ba A composi\u00e7\u00e3o e atribui\u00e7\u00f5es detalhadas de cada<br \/>\ninst\u00e2ncia ser\u00e3o definidas em regulamento.<\/p>\n<p>Art. 28. Os projetos aprovados no \u00e2mbito do PIT poder\u00e3o ser<br \/>\ncomplementados por outros programas de incentivo estaduais ou federais, desde que:<\/p>\n<p>I \u2013 n\u00e3o haja sobreposi\u00e7\u00e3o de itens financiados;<\/p>\n<p>II \u2013 a soma dos recursos captados n\u00e3o ultrapasse o valor<br \/>\ntotal do projeto;<\/p>\n<p>III \u2013 sejam observadas as regras espec\u00edficas de cada<br \/>\nprograma.<\/p>\n<p>Par\u00e1grafo \u00fanico. A Secretaria de Estado de Turismo<br \/>\nestabelecer\u00e1 mecanismos de integra\u00e7\u00e3o com outros programas de incentivo, visando<br \/>\npotencializar recursos e resultados.<\/p>\n<p>Art. 29. Esta Lei entra em vigor na data de sua publica\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Sala da Sess\u00f5es,     <\/p>\n<p>Deputado Junior Cardoso<\/p>\n<p>JUSTIFICATIVA<\/p>\n<p>O turismo representa um dos setores mais din\u00e2micos e<br \/>\npromissores da economia catarinense, com potencial para impulsionar o<br \/>\ndesenvolvimento socioecon\u00f4mico de todas as regi\u00f5es do Estado. Santa Catarina<br \/>\npossui uma diversidade \u00edmpar de atrativos naturais, culturais e hist\u00f3ricos, que<br \/>\nconstituem um patrim\u00f4nio valioso a ser preservado, valorizado e promovido.<\/p>\n<p>No entanto, para que o setor tur\u00edstico possa desenvolver todo<br \/>\no seu potencial, \u00e9 necess\u00e1rio um ambiente favor\u00e1vel ao investimento, \u00e0 inova\u00e7\u00e3o e \u00e0<br \/>\nqualifica\u00e7\u00e3o. Nesse contexto, a cria\u00e7\u00e3o de mecanismos de incentivo fiscal representa<br \/>\numa estrat\u00e9gia fundamental para estimular a realiza\u00e7\u00e3o de projetos tur\u00edsticos que<br \/>\ncontribuam para o fortalecimento e a diversifica\u00e7\u00e3o da oferta tur\u00edstica catarinense.<\/p>\n<p>O Programa de Incentivo ao Turismo (PIT), objeto deste<br \/>\nProjeto de Lei, visa estabelecer um marco legal para a concess\u00e3o de incentivos fiscais<br \/>\na pessoas jur\u00eddicas que apoiem financeiramente projetos tur\u00edsticos no Estado. Trata-se<br \/>\nde uma iniciativa inspirada em experi\u00eancias bem-sucedidas em outros estados<br \/>\nbrasileiros e alinhada com as diretrizes da Pol\u00edtica Nacional de Turismo.<\/p>\n<p>O PIT tem como objetivos centrais democratizar o acesso ao<br \/>\nturismo, promover a regionaliza\u00e7\u00e3o da produ\u00e7\u00e3o tur\u00edstica, valorizar o patrim\u00f4nio<br \/>\nmaterial e imaterial, estimular a forma\u00e7\u00e3o profissional e contribuir para o<br \/>\ndesenvolvimento sustent\u00e1vel dos munic\u00edpios catarinenses. Para tanto, o programa<br \/>\nestabelece mecanismos transparentes e criteriosos para a sele\u00e7\u00e3o, aprova\u00e7\u00e3o e<br \/>\nacompanhamento dos projetos beneficiados.<\/p>\n<p>O modelo proposto baseia-se na dedu\u00e7\u00e3o do ICMS devido<br \/>\npelas empresas incentivadoras, com percentuais diferenciados conforme o porte da<br \/>\nempresa, garantindo a participa\u00e7\u00e3o de contribuintes de diferentes segmentos e<br \/>\ncapacidades econ\u00f4micas. O limite global de 0,5% da receita l\u00edquida anual do ICMS<br \/>\nassegura a responsabilidade fiscal, evitando impactos significativos na arrecada\u00e7\u00e3o<br \/>\nestadual.<\/p>\n<p>Al\u00e9m disso, o projeto prev\u00ea a possibilidade de quita\u00e7\u00e3o de<br \/>\nd\u00e9bitos tribut\u00e1rios inscritos em d\u00edvida ativa mediante o apoio a projetos tur\u00edsticos,<br \/>\ncriando uma alternativa para a regulariza\u00e7\u00e3o fiscal de contribuintes e, simultaneamente,<br \/>\ndirecionando recursos para o desenvolvimento do setor.<\/p>\n<p>As \u00e1reas eleg\u00edveis para apoio abrangem desde a promo\u00e7\u00e3o<br \/>\nde eventos e a produ\u00e7\u00e3o audiovisual at\u00e9 a preserva\u00e7\u00e3o do patrim\u00f4nio e a infraestrutura<br \/>\ntur\u00edstica, contemplando a diversidade de necessidades e oportunidades do setor. A<br \/>\ninclus\u00e3o de \u00e1reas como turismo de base comunit\u00e1ria, tecnologia aplicada ao turismo e<br \/>\nmarketing digital reflete a preocupa\u00e7\u00e3o com as tend\u00eancias contempor\u00e2neas e a<br \/>\ninova\u00e7\u00e3o no setor.<\/p>\n<p>O projeto estabelece ainda mecanismos robustos de<br \/>\ngovernan\u00e7a, transpar\u00eancia e avalia\u00e7\u00e3o de resultados, com a participa\u00e7\u00e3o de diferentes<br \/>\ninst\u00e2ncias e atores na gest\u00e3o do programa. A prioriza\u00e7\u00e3o de projetos em regi\u00f5es<br \/>\nmenos desenvolvidas turisticamente visa contribuir para a redu\u00e7\u00e3o das desigualdades<br \/>\nregionais e para a desconcentra\u00e7\u00e3o dos fluxos tur\u00edsticos no Estado.<\/p>\n<p>A incorpora\u00e7\u00e3o de crit\u00e9rios de sustentabilidade ambiental e<br \/>\nsocial na avalia\u00e7\u00e3o dos projetos reflete o compromisso com um modelo de<br \/>\ndesenvolvimento tur\u00edstico respons\u00e1vel e duradouro, que preserve os recursos naturais<br \/>\ne culturais para as futuras gera\u00e7\u00f5es.<br \/>\n Em s\u00edntese, o PIT representa uma iniciativa estrat\u00e9gica para<br \/>\no fortalecimento do turismo catarinense, com potencial para gerar impactos positivos<br \/>\nem m\u00faltiplas dimens\u00f5es: econ\u00f4mica, social, ambiental e cultural. Ao criar um ambiente<br \/>\nfavor\u00e1vel ao investimento e \u00e0 inova\u00e7\u00e3o no setor, o programa contribuir\u00e1 para consolidar<br \/>\nSanta Catarina como um destino tur\u00edstico competitivo, sustent\u00e1vel e inclusivo.<\/p>\n<p>Diante do exposto, contamos com o apoio dos Nobres Pares<br \/>\npara a aprova\u00e7\u00e3o deste Projeto de Lei, que representa um passo significativo para o<br \/>\ndesenvolvimento do turismo e, consequentemente, para o progresso socioecon\u00f4mico<br \/>\ndo Estado de Santa Catarina.<\/p>\n<p>Sala da Sess\u00f5es,     <\/p>\n<p>Deputado Junior Cardoso<br \/>\nELEGIS<br \/>\nDocumento assinado eletronicamente por Silvio Cardoso<br \/>\nSistema de Processo<br \/>\nJunior, em 19\/05\/2025, \u00e0s 13:49.<br \/>\nLegislativo Eletr\u00f4nico<\/article>\n<div style=\"text-align: center\">\n<div style=\"margin-bottom: 20px;\" class=\"et_pb_button_module_wrapper et_pb_button_5_tb_body_wrapper et_pb_button_alignment_center et_pb_module \">\n         <a class=\"et_pb_button et_pb_button_5_tb_body et_hover_enabled et_pb_bg_layout_dark\" style=\"width: 50%;background-color: black;\" href=\"https:\/\/app.legislapp.com.br\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Visualizar completo na nossa plataforma (30 dias gr\u00e1tis)<\/a><\/p><\/div>\n<p>      <a href=\"https:\/\/play.google.com\/store\/apps\/details?id=br.com.legislapp\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 15%; min-width: 130px;\" src=\"https:\/\/www.legislapp.com.br\/wp-content\/uploads\/google-play.png\"><\/a><br \/>\n      <a href=\"https:\/\/apps.apple.com\/us\/app\/legislapp\/id1568929859\"><img decoding=\"async\" style=\"width: 15%; min-width: 130px\" src=\"https:\/\/www.legislapp.com.br\/wp-content\/uploads\/apple-store.png\"><\/a>\n   <\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>C\u00e2m. 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